Geoconservação em meio urbano: o que se fez e não se fez

15 Novembro 17h30
Edifício Caleidoscópio, Campo Grande

Dedicada ao património geológico e à sua conservação em meio urbano, recebemos o Professor Doutor Galopim de Carvalho, entusiasta divulgador das geociências e antigo diretor do MUHNAC-ULisboa, em mais uma sessão de 60 Minutos de Ciência.
Nesta sessão serão dados a conhecer geossítios e geomonumentos nacionais localizados em Lisboa, Sesimbra, Setúbal, Évora, Viseu, Aveiro e Porto que serão apresentados enquanto museus sem fronteiras.

Nota biográfica sobre o orador

A. M. Galopim de Carvalho nasceu em Évora, em 1931. É doutorado em Sedimentologia, pela Universidade de Paris (1964), e em Geologia, pela Universidade de Lisboa (1968), tendo lecionado na Faculdade de Ciências desta Universidade de 1961 a 2001, ano em que se jubilou como professor catedrático. Lecionou, igualmente, em Geografia, na Faculdade de Letras da mesma Universidade, de 1965 a 1981.
Dirigiu o Museu Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, de 1983 a 1992, e o Museu Nacional de História Natural (MUHNAC-ULisboa), de 1992 a 2003, onde foi o mentor e responsável científico de sucessivos projetos de investigação nas áreas da Geologia Marinha e da Paleontologia dos Dinossáurios. Atualmente continua a trabalhar na divulgação, salvaguarda e valorização do património geológico nacional.
É autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção, com mais de 20 livros publicados e centenas de artigos em revistas científicas e jornais.
Foi o responsável científico por mais de uma dezena de exposições sobre Dinossáurios e outras temáticas em Lisboa, Porto, Cantanhede, Sintra e Macau.
Iniciou em Portugal, em 1989, no MUHNAC-ULisboa, a “Feira Internacional de Minerais, Gemas e Fósseis”, com 31 edições concluídas e hoje alargada, regularmente, ao Porto e a Coimbra e, ocasionalmente, a outras cidades do país.
É patrono do Agrupamento de Jardins-de-Infância e Escolas Professor Galopim de Carvalho, em Queluz, e da Escola Básica do Bacelo, em Évora.
Concebeu e participou na concretização do Museu do Quartzo, em Viseu, oficialmente designado por Centro de Interpretação Galopim de Carvalho.

Sessão incluída no programa “Ciência e património: Cidades do futuro?”, preparatório da Noite Europeia dos Investigadores (27 set 2019).

3ª Edição do Ciclo de conversas “60 Minutos de Ciência”
Num formato informal e descontraído, 60 minutos de Ciência pretende ser um fórum de discussão entre especialistas e cidadãos sobre temas atuais de Ciência. Com a duração de uma hora, as suas sessões decorrem nas terceiras quintas-feiras do mês, pelas 17h30, com lugar no MUHNAC-ULisboa e no Edifício Caleidoscópio, no Jardim do Campo Grande em meses alternados.
Este ciclo é uma iniciativa do Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa (MUHNAC-ULisboa), do Comité UNESCO Matemática do Planeta Terra (MPT-UNESCO) e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

MUHNAC

São precisos 2700 litros de água para produzir uma t-shirt!

São vendidas em todo o mundo cerca de 2 mil milhões de t-shirts por ano. Sabe qual é o impacto ambiental desta produção em massa?

As plantas de algodão necessitam de enormes quantidades de água: 2700 litros de água para uma t-shirt apenas. Também precisam de mais pesticidas do que qualquer outro cultivo. Apesar de tudo, são produzidas quase 23 milhões de toneladas de algodão em todo o mundo.

 

 

Já nas fábricas, depois de tecido, o algodão é muitas vezes corado nas mais variadas tonalidades. Sabe-se, no entanto que alguns destes corantes contêm produtos carcinogénicos como cádmio, chumbo, crómio e mercúrio. Além disso, os subprodutos da indústria poderão poluir o ambiente em redor, nomeadamente os rios.

Depois de produzidas em países como a China ou o Bangladesh, são transportadas para todo o mundo de barco, comboio e camião, aumentando muito a pegada de carbono associada à produção de t-shirts.

 

 

A produção de roupa aumentou 400% entre 1994 e 2014, tornando o sector da moda o segundo mais poluente do mundo, a seguir ao petróleo.

 

Mas, o que podemos fazer para diminuir o impacto ambiental deste processo?

1 – Comprar roupa em segunda mão

2 – Procurar roupas feitas de algodão orgânico (onde não são usados pesticidas) ou de materiais reciclados

3 – Lavar menos vezes a roupa, poupando grandes quantidades de água na lavagem

4 – Pendurar a roupa a secar em vez de utilizar uma máquina de secar, poupando recursos de energia

5 – Quando já não precisar de algumas peças de roupa, opte por doar, reciclar ou até transformar em panos de limpeza

 

Vem fazer parte da noite mais científica do ano!

A Noite Europeia dos Investigadores surge este ano sob o mote Ciência na Cidade e pretende alertar as comunidades urbanas para as alterações globais das próximas décadas, destacando a relevância da ciência para assegurar a qualidade de vida nas cidades do futuro e a preservação do património cultural como fator essencial à sustentabilidade.

Como tem sido hábito em edições anteriores, abrimos vagas para voluntários que estejam interessados em participar na organização deste evento a realizar no próximo dia 28 de Setembro no Museu Nacional de História Natural e da Ciência e no Jardim do Príncipe Real.

Os interessados em fazer parte desta grande Noite, podem fazer a inscrição no seguinte formulário

Submissão de propostas até 5 Set – apenas para investigadores

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência/Museus da Universidade de Lisboa  coordenará, uma vez mais, a Noite Europeia dos Investigadores do biénio 2018-2019.

Esta iniciativa tem registado um crescendo, tanto do número de visitantes como do número de investigadores participantes, assegurando a qualidade na promoção de ciência em Portugal. Esperamos este ano superar os cerca de 5000 visitantes que participaram na noite do evento em 2017.

O tema deste projeto NEI é “Ciência na Cidade“, sub-tema “Preservação do Património Cultural“, com o objetivo de envolver os diferentes públicos, nomeadamente os mais jovens, sobre a relevância da ciência para assegurar a qualidade de vida nas cidades nas próximas décadas, tendo em conta as alterações globais e a preservação do património cultural. Em Lisboa, o evento terá lugar dia 28 de setembro, entre as 18h e as 24h no Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Jardim do Príncipe Real.

As Unidades/Institutos/Laboratórios e investigadores interessados podem submeter a sua proposta para participação na Noite Europeia dos Investigadores 2018 em Lisboa, incluindo uma atividade que ilustre a investigação desenvolvida e sua relevância para a sustentabilidade e qualidade de vida nas cidades do futuro.

Para proceder à submissão de atividades, deverá preencher este formulário disponibilizado online. Nesta plataforma não é possível salvar o progresso do seu preenchimento, pelo que é necessário preenchê-lo de uma só vez, seguindo as indicações fornecidas no início do formulário.

Agradecemos, por favor, que a submissão do formulário seja feita até, ao prazo limete, de dia 5 de setembro de 2018, de forma a possibilitar a integração da atividade no programa conjunto e o planeamento logístico da iniciativa com a devida antecedência. Após esta data não garantimos a recepção de inscrições.

Conferência “Gestão e Ecologia do Fogo” em vídeo

Decorreu no passado dia 21 de Julho uma conferência intitulada “Gestão e Ecologia do Fogo: uma solução contra incêndios” inserida nas atividades preparatórias da Noite Europeia dos Investigadores 2018 sobre o fogo e as suas vertentes menos conhecidas. O evento decorreu no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa e foi da responsabilidade de Francisco Castro Rego,  é Professor Associado do Instituto Superior de Agronomia (ISA), da Universidade de Lisboa.

O evento foi registado em vídeo, sendo possível visualizar o evento na íntegra abaixo.