São precisos 2700 litros de água para produzir uma t-shirt!

São vendidas em todo o mundo cerca de 2 mil milhões de t-shirts por ano. Sabe qual é o impacto ambiental desta produção em massa?

As plantas de algodão necessitam de enormes quantidades de água: 2700 litros de água para uma t-shirt apenas. Também precisam de mais pesticidas do que qualquer outro cultivo. Apesar de tudo, são produzidas quase 23 milhões de toneladas de algodão em todo o mundo.

 

 

Já nas fábricas, depois de tecido, o algodão é muitas vezes corado nas mais variadas tonalidades. Sabe-se, no entanto que alguns destes corantes contêm produtos carcinogénicos como cádmio, chumbo, crómio e mercúrio. Além disso, os subprodutos da indústria poderão poluir o ambiente em redor, nomeadamente os rios.

Depois de produzidas em países como a China ou o Bangladesh, são transportadas para todo o mundo de barco, comboio e camião, aumentando muito a pegada de carbono associada à produção de t-shirts.

 

 

A produção de roupa aumentou 400% entre 1994 e 2014, tornando o sector da moda o segundo mais poluente do mundo, a seguir ao petróleo.

 

Mas, o que podemos fazer para diminuir o impacto ambiental deste processo?

1 – Comprar roupa em segunda mão

2 – Procurar roupas feitas de algodão orgânico (onde não são usados pesticidas) ou de materiais reciclados

3 – Lavar menos vezes a roupa, poupando grandes quantidades de água na lavagem

4 – Pendurar a roupa a secar em vez de utilizar uma máquina de secar, poupando recursos de energia

5 – Quando já não precisar de algumas peças de roupa, opte por doar, reciclar ou até transformar em panos de limpeza

 

As alterações climáticas são reais mas tu podes ajudar a travá-las!

Apesar de existir uma discussão mediática acerca da existência ou não de alterações climáticas causadas pela acção humana, o consenso entre investigadores sobre a sua existência é inegável.

Sabemos que se as temperaturas estão a aumentar, embora se verifiquem também episódios de frio extremo e inundações. No entanto, as temperaturas médias estão a subir e os gases de efeito de estufa libertados para a atmosfera “prendem” o calor vindo do Sol na nossa atmosfera, impedindo-o de se dissipar.

 

 

Os impactos deste aquecimento podem ser irreversíveis. Sabemos que o nível médio das águas do mar tem vindo a subir, que poderá contaminar a água doce potável. Algumas ilhas pequenas poderão mesmo vir a desaparecer e fenómenos extremos (como cheias ou períodos de seca) são cada vez mais frequentes. Os calotes polares, onde habitam vários animais estão a derreter, resultando numa destruição de habitats que poderá, em última instância, resultar na extinção destas espécies.

 

 

Mas podemos nós fazer alguma coisa para diminuir estes efeitos? Podemos optar por fontes de energia mais limpa (como energia solar ou eólica), evitando o uso de combustíveis fósseis. Podemos utilizar transportes públicos, utilizar electrodomésticos mais eficientes e melhorar o isolamento das nossas casas, reduzindo assim o consumo energético.

 

 

UN Environment
The Climate Change Connection

 

 

Em 2050, o plástico nos oceanos pesará mais do que todos os peixes!

O plástico é um derivado do petróleo constituído por longas cadeias de moléculas repetidas. A sua fácil produção e baixo custo banalizou o uso em muitos produtos desde electrodomésticos e telemóveis a roupas e automóveis.

O grande problema desta massificação é que os plásticos demoram entre 500 e 1000 anos a decomporem-se. Sabe-se que 40% dos plásticos produzidos são embalagens e um terço de todo o lixo dos EUA é plástico.

 

 

Sabemos que já foram produzidas 8,3 biliões de toneladas de plástico, sendo que apenas 9% deste foi reciclado, 12 % foi incinerado e os restantes 79% continuam espalhados pelo planeta, nomeadamente nos oceanos.

Sabemos que são depositados nos oceanos 8 milhões de toneladas de plástico por ano, o que significa que, em 2050, o peso deste plástico será maior do que o peso total de todos os peixes.

 

UN Environment
Plastic pollution: how humans are turning the world into plastic

 

 

Vem fazer parte da noite mais científica do ano!

A Noite Europeia dos Investigadores surge este ano sob o mote Ciência na Cidade e pretende alertar as comunidades urbanas para as alterações globais das próximas décadas, destacando a relevância da ciência para assegurar a qualidade de vida nas cidades do futuro e a preservação do património cultural como fator essencial à sustentabilidade.

Como tem sido hábito em edições anteriores, abrimos vagas para voluntários que estejam interessados em participar na organização deste evento a realizar no próximo dia 28 de Setembro no Museu Nacional de História Natural e da Ciência e no Jardim do Príncipe Real.

Os interessados em fazer parte desta grande Noite, podem fazer a inscrição no seguinte formulário

Submissão de propostas até 5 Set – apenas para investigadores

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência/Museus da Universidade de Lisboa  coordenará, uma vez mais, a Noite Europeia dos Investigadores do biénio 2018-2019.

Esta iniciativa tem registado um crescendo, tanto do número de visitantes como do número de investigadores participantes, assegurando a qualidade na promoção de ciência em Portugal. Esperamos este ano superar os cerca de 5000 visitantes que participaram na noite do evento em 2017.

O tema deste projeto NEI é “Ciência na Cidade“, sub-tema “Preservação do Património Cultural“, com o objetivo de envolver os diferentes públicos, nomeadamente os mais jovens, sobre a relevância da ciência para assegurar a qualidade de vida nas cidades nas próximas décadas, tendo em conta as alterações globais e a preservação do património cultural. Em Lisboa, o evento terá lugar dia 28 de setembro, entre as 18h e as 24h no Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Jardim do Príncipe Real.

As Unidades/Institutos/Laboratórios e investigadores interessados podem submeter a sua proposta para participação na Noite Europeia dos Investigadores 2018 em Lisboa, incluindo uma atividade que ilustre a investigação desenvolvida e sua relevância para a sustentabilidade e qualidade de vida nas cidades do futuro.

Para proceder à submissão de atividades, deverá preencher este formulário disponibilizado online. Nesta plataforma não é possível salvar o progresso do seu preenchimento, pelo que é necessário preenchê-lo de uma só vez, seguindo as indicações fornecidas no início do formulário.

Agradecemos, por favor, que a submissão do formulário seja feita até, ao prazo limete, de dia 5 de setembro de 2018, de forma a possibilitar a integração da atividade no programa conjunto e o planeamento logístico da iniciativa com a devida antecedência. Após esta data não garantimos a recepção de inscrições.